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Sexta, 01 de julho de 2022
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Sociedade

Pesquisa: 65% dos trabalhadores LGBTQIA+ dizem ter sofrido discriminação no trabalho

O estudo considerou discriminação toda atividade preconceituosa, incluindo posturas veladas, como ironias, piadas e insinuações jocosas

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Levantamento feito pela consultoria Santo Caos com 20 mil trabalhadores de todo o Brasil mostra que 65% dos profissionais LGBTQIA+ alegam ter sofrido discriminação no trabalho. Enquanto isso, 28% dizem ter sido vítimas de assédio.

Ao considerar apenas as pessoas que se declaram trans, a taxa daquelas que foram alvo de discriminação sobe para 86%. Com bissexuais, a taxa chega a 72%.

O estudo considerou discriminação toda atividade preconceituosa, incluindo posturas veladas, como ironias, piadas e insinuações jocosas. A ofensa explícita foi classificada como assédio.

A pesquisa também aponta que 47% dos trabalhadores LGBTQIA+ têm renda média inferior a quatro salários mínimos. Em comparação, esse índice atinge 36% daqueles que não integram o segmento.

Já os assexuais ganham ainda menos, com 81% tendo renda abaixo de quatro salários mínimos. Enquanto isso, gays compõem o maior rendimento, com 20% tendo rendimentos maiores que dez salários mínimos.

O estudo aponta que a maior concentração de LGBTQIA+ está no Sudeste, com 62%, seguida por Nordeste e Sul, com 20% e 10%, respectivamente.

De acordo com o levantamento, 48% das pessoas do segmento revelaram a orientação sexual ou identidade de gênero no trabalho. Contudo, entre pessoas trans, o número diminui para 40%.

Créditos (Imagem de capa): 65% dos trabalhadores LGBTQIA+ já sofreram discriminação no trabalho, mostra levantamento. Getty Images.

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