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Quarta, 27 de outubro de 2021
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Documentário iguaçuense “A noiva de preto" já está disponível de graça em plataformas on-line

Para assistir, basta acessar e descobrir por que uma jovem estrangeira de apenas 18 anos se casou de preto em 1903, no Brasil. 

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Para assistir, basta acessar e descobrir por que uma jovem estrangeira de apenas 18 anos se casou de preto em 1903, no Brasil. 

O documentário “A Noiva de Preto” já está disponível para o público interessado em saber o que levou uma mulher a se casar de preto, em 1903, no Sul do Brasil. Basta acessar o site www.anoivadepreto.com e assistir de graça. O filme é um estímulo para que as pessoas pesquisem suas origens e desvendem o próprio passado. Conta a história de uma família europeia que viveu dramas equivalentes aos de tantos outros imigrantes vindos do Velho Mundo para as Américas, mas com singularidades, incluindo a noiva que decide subir ao altar usando a cor do luto. 

O documentário é baseado no livro “Família Pierret - Migração Luxemburguesa para o Brasil e sua conexão com a Argentina”, escrito pelo dentista Alexandre Kraemer, morador de Foz. Ele narra o documentário centrado na história real da bisavó, Maria Pierret, jovem que se casou de preto aos 18 anos. Resultado de 10 meses de produção, “A Noiva de Preto” tem cenas gravadas em Foz do Iguaçu, no Paraná, e entrevistas captadas em diversos estados do Brasil e até no exterior. 

Ao pesquisar os antepassados, Alexandre descobriu, por exemplo, que a origem familiar não é a Alemanha, como a família imaginou por muitos anos. Eles são provenientes de um pequeno país europeu chamado Luxemburgo que faz fronteira com a Alemanha. Em busca de provas, acumulou mais de 60 documentos antigos escritos em alemão gótico. Além do auxílio de um tradutor, ele fez contato com parentes que desconhecia, cartórios espalhados pelo mundo e acessou bancos de dados especializados em genealogia até conseguir montar a árvore genealógica em detalhes. “Desnudar o passado é uma experiência que eu recomendo para todos. Isso me deu mais chão e marca o encontro de muitas pessoas com a própria história”, reforça Alexandre.

Pré-estreia: 700 visualizações em 1 dia

A pré-estreia do documentário “A Noiva de Preto” foi no dia 26 de junho, durante uma Live promovida pela Associação dos Cidadãos Luxemburgueses no Brasil (ACLUX). Os associados tiveram acesso, em primeira mão, a um link restrito e puderam assistir ao documentário até domingo (27), à meia-noite. Foram perto de 700 visualizações durante apenas um dia de exibição. Nos comentários, Edileusa Köhler Teixeira conta que assistiu ao documentário em família e, “em certos trechos, a emoção tomou conta ao imaginarmos a saga de nossos ascendentes europeus ao abandonarem sua terra natal e se aventurarem em novas terras”. 

“A noiva de preto" wm número: 

16 anos de pesquisas sobre antepassados
Mais de 60 documentos antigos reveladores
4.216 pessoas na árvore genealógica 
14 gerações de antepassados descobertas
Livro de 148 páginas que aponta informações desconhecidas pela família
10 meses de produção do documentário 
14 entrevistados 
Quase 5 horas de gravação da cena principal 

SERVIÇO
Documentário:  “A noiva de preto”
Veiculação:  Gratuita
Disponível em: www.anoivadepreto.com
Redes sociais: @anoivadepreto

🎞️Ficha Técnica: 
Roteiro e produção: Izabelle Ferrari e Kathlen Ferrari
Direção: Izabelle Ferrari 
Produtora de Audiovisual: Vision Art 
Figurino: Helena Vitorassi
Caracterização: Sarah Bampi
Fotos: Jean Pozzer

Fonte/Créditos: Asessoria

Créditos (Imagem de capa): Bisnetos brasileiros fazem papel de Ricardo Schmidt e Maria Pierret - a noiva de preto - em documentário sobre imigração europeia. (Foto Jean Pozzer)

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